Protegendo a sua transição
No mundo interligado de hoje, os sistemasde comunicações unificadas (UC)são essenciais para uma colaboração perfeita entre vários canais. No entanto, à medida que as organizações fazem a transição para esses sistemas,a cibersegurançatorna-se uma preocupação crítica.
Este documento explora a importância da segurança cibernética durante o processo de migração, destacando os riscos potenciais e as melhores práticas para garantir uma transição segura.
Compreender os riscos
A portabilidade de sistemas UC envolve a transferência de dados e funcionalidades de uma plataforma para outra. Se não for gerida adequadamente, esse processo pode expor as organizações a várias ameaças de cibersegurança:
1. Violações de dados
- Informações confidenciais (por exemplo, detalhes de clientes, registos financeiros) correm o risco de serem interceptadas ou roubadas durante a migração.
- As violações comprometem a integridade dos dados e podem levar a repercussões legais e financeiras, incluindo multas e perda da confiança dos clientes.
2. Acesso não autorizado
- Medidas de segurança fracas podem permitir que pessoas não autorizadas acedam aos sistemas, levando a fugas ou adulteração de dados.
- Por exemplo, a falta deautenticação multifator (MFA)pode permitir que os cibercriminosos se façam passar por funcionários e acessem dados comerciais críticos.
3. Tempo de inatividade do sistema
- Os ciberataques ou medidas de segurança insuficientes podem causar interrupções no sistema, prejudicando as operações e a produtividade.
- O tempo de inatividade pode prejudicar a reputação de uma empresa, especialmente se os clientes ou parceiros dependem de serviços de comunicação ininterruptos.
Melhores práticas para garantir a segurança
Para mitigar riscos e proteger informações confidenciais, as organizações devem adotar as seguintes práticas de segurança cibernética ao migrar sistemas de UC:
1. Criptografia
- A encriptação garante a confidencialidade dos dados tanto em trânsito como em repouso.
- Implementecriptografia de ponta a pontapara todas as comunicações, incluindo e-mails, chamadas de voz e videoconferências.
2. Autenticação multifator (MFA)
- A MFA adiciona uma camada extra de segurança ao exigir várias formas de verificação (por exemplo, palavra-passe, smartphone, biometria).
- Impede o acesso não autorizado, mesmo que as palavras-passe sejam comprometidas.
3. Auditorias de segurança regulares
- Realizar auditorias para identificar vulnerabilidades e garantir a conformidade com as normas de segurança cibernética.
- Agende auditorias antes, durante e após o processo de migração para avaliar as medidas de segurança e detectar atividades suspeitas.
4. Gestão de patches
- Mantenha o software e os sistemas atualizados com os patches de segurança mais recentes para eliminar vulnerabilidades.
- Automatize a implementação de patches para proteger contra ameaças conhecidas sem demora.
5. Formação dos funcionários
- O erro humano é um ponto de entrada comum para ameaças cibernéticas.
- Treine os funcionários nas melhores práticas de segurança cibernética, como reconhecer tentativas de phishing, usar senhas seguras e seguir os protocolos adequados de tratamento de dados.
Conclusão
À medida que as empresas dependem cada vez mais dos sistemas de UC, a importância da cibersegurança durante o processo de migração não pode ser subestimada. Embora a transição para uma nova plataforma apresente riscos, o planeamento cuidadoso e a execução de protocolos de segurança podem gerir eficazmente esses desafios.
Uma transição segura garante:
- Proteção de dados confidenciais.
- Continuidade das operações comerciais.
- Preservação da reputação da organização.
Num cenário digital em constante evolução, com ameaças cibernéticas sofisticadas, medidas proativas de segurança cibernética são essenciais. As empresas devem comprometer-se com a vigilância e adaptação contínuas para manter a integridade e eficiência dos seus sistemas de UC, permitindo uma colaboração segura e sem interrupções.